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Vigilância colaborativa

Vigilância colaborativa para condomínios

As câmeras do seu condomínio voltadas para a rua integradas ao Smart Sampa, ao Muralha Paulista, ao Smart Sanca e ao COI Santo André. A Sispron cuida da análise técnica, da integração e do monitoramento.

  • Adesão voluntária e gratuita aos programas
  • Somente câmeras que filmam a via pública
  • Torre de Vigilância Colaborativa Sispron
  • Monitoramento contínuo pela CMS

O que é

Suas câmeras ajudando a segurança da rua

Vigilância colaborativa é o compartilhamento voluntário das câmeras particulares que filmam a via pública com as centrais de monitoramento das prefeituras e do estado. Com isso, as forças de segurança ganham mais olhos na rua para localizar foragidos, veículos roubados e acompanhar ocorrências em tempo real.

Para o condomínio, o benefício é direto: a rua em frente ao portão passa a ser vista também pela segurança pública, e a sinalização da torre ajuda a inibir a ação de criminosos. As imagens internas do condomínio continuam privadas.

A Sispron faz a ponte entre o condomínio e o programa da sua cidade: avalia as câmeras, cuida da parte técnica do cadastro e mantém tudo monitorado pela CMS, a Central de Monitoramento Sispron.

Torre de Vigilância Colaborativa Sispron instalada na calçada em frente a um condomínio residencial
Torre de Vigilância ColaborativaCâmeras no topo voltadas para a rua, conectadas à CMS

Programas públicos

Onde as câmeras podem ser integradas

Cada programa tem regras e análise técnica próprias. A Sispron orienta o síndico sobre qual se aplica ao endereço do condomínio.

São Paulo (capital)

Smart Sampa

Sistema de videomonitoramento da Prefeitura de São Paulo. Desde 2025, condomínios residenciais podem compartilhar câmeras externas voltadas para a rua com a central do programa.

Como aderirInscrição pela Prefeitura de São Paulo, com análise técnica das câmeras.

Estado de São Paulo

Muralha Paulista

Programa da Secretaria da Segurança Pública do estado, com leitura de placas e reconhecimento facial. Recebe câmeras de casas, condomínios e empresas voltadas para a via pública.

Como aderirCadastro digital no portal oficial do programa.

São Caetano do Sul

Smart Sanca

Centro de inteligência e segurança da Prefeitura de São Caetano. Já integra câmeras de condomínios e estabelecimentos comerciais à rede municipal.

Como aderirParceria com a Prefeitura, após validação técnica dos equipamentos.

Santo André

COI Santo André

Centro de Operações Integradas que reúne Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil, SAMU e Defesa Civil, com integração ao Muralha Paulista.

Como aderirA Sispron orienta o caminho de integração para condomínios da cidade.

Privacidade em primeiro lugar. A adesão é voluntária e vale apenas para câmeras que filmam a via pública, nunca a área interna do imóvel. O condomínio pode encerrar o compartilhamento quando quiser.

Como funciona

Da análise técnica à câmera integrada

O síndico decide; a Sispron cuida da parte técnica.

  1. Análise técnica

    Um especialista visita o condomínio, avalia as câmeras externas, o ângulo da rua e a conexão de internet.

  2. Aprovação

    Entregamos um resumo para o síndico apresentar ao conselho ou à assembleia e registrar a decisão.

  3. Instalação e cadastro

    Ajustamos ou instalamos as câmeras, ou a Torre de Vigilância Colaborativa, e apoiamos o cadastro no programa.

  4. Monitoramento

    As câmeras seguem conectadas à CMS, com manutenção pela equipe técnica própria da Sispron.

Por que participar

Mais segurança na porta do condomínio

Inibe a ação de criminosos

Torre sinalizada e câmeras visíveis na calçada desestimulam furtos, roubos e a perambulação em frente ao portão.

Ajuda a polícia a agir

Imagens da rua chegam às centrais públicas, que cruzam placas e alertas para localizar veículos roubados e foragidos.

Continua monitorado pela CMS

Além da integração pública, as câmeras seguem na CMS, com análise por IA e apoio móvel quando contratado.

Conheça a torre de vigilância com IA →

O que é vigilância colaborativa?

É o compartilhamento voluntário das câmeras que filmam a rua com os programas públicos de videomonitoramento, como Smart Sampa, Muralha Paulista, Smart Sanca e COI Santo André. As imagens ajudam as forças de segurança a localizar foragidos, veículos roubados e ocorrências na via pública.

As câmeras internas do condomínio também são compartilhadas?

Não. Só entram na integração as câmeras voltadas para a via pública. Áreas internas, como halls, garagens e áreas de lazer, nunca são compartilhadas.

O condomínio precisa aprovar em assembleia?

Recomendamos levar o assunto à assembleia ou ao conselho, para que a decisão fique registrada. A Sispron fornece um resumo técnico para o síndico apresentar aos condôminos.

Minhas câmeras atuais servem para a integração?

Depende do modelo, da posição e da conexão de internet. Os programas fazem uma análise técnica antes de aceitar cada câmera. A Sispron avalia o equipamento existente e indica se é preciso ajustar, trocar ou instalar uma torre.

O que é a Torre de Vigilância Colaborativa?

É a torre de vigilância Sispron instalada na calçada, com câmeras no topo voltadas para a rua, conectada à CMS da Sispron e preparada para ser integrada aos programas públicos de vigilância colaborativa.

A integração tem custo?

A adesão aos programas públicos é gratuita. Os custos envolvidos, quando existem, são de equipamentos, instalação e configuração. A Sispron apresenta uma proposta após a análise técnica.

Quer integrar as câmeras do seu condomínio?

Peça uma análise técnica gratuita e descubra qual programa se aplica ao seu endereço.

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